Tecnologias na sociedade, na escola e na vida
Rosilda Maria Silva
Rosilda Maria Silva
Reflexão
Atualmente a tecnologia tem influenciado práticas sociais de acessibilidade a um novo saber, que faz parte do cotidiano das pessoas de forma direta ou indireta, no trabalho, em casa, na escola e nas mais diversas situações. De forma rápida e instantânea percebemos o uso tecnológico na interação humana, seja para se comunicar, ou mesmo para obter informações, respostas e ou resoluções em práticas sociais.
O avanço e o acesso às ferramentas, como computador, celular, notebook, net book, ipad, iphone, computador a bordo de um auto, internet com ou sem fio, GPS, coloca-nos diante de mudanças sociais, culturais, econômicas e, precisamente, na educação. Isto implica a constante busca de aprendizado e, também, a busca de informações e conhecimentos que precisamos nos apropriar.
O desafio da educação e, portanto, da escola é formar os alunos para estarem dispostos a aprender continuamente, uma vez que há situações que demandam o uso de novas tecnologias.
Nesse contexto, é preciso que os educadores estejam preparados para instruir e formar o educando, para que saibam lhe dar com o novo e, sobretudo, transformá-lo em conhecimento. Muito mais do que um desafio da escola, é perceptível a exigência da sociedade à tomada de consciência e à ressignificação do conhecimento.
Diante do exposto, entende-se a contribuição que a tecnologia traz à escola e, consequentemente, ao processo de ensino e aprendizagem, uma vez que o mercado de trabalho e a sociedade exigem a apropriação e potencialidades, o que significa mais informações e conhecimentos, num dinamismo de produção.
Parafraseando Fernando Pessoa, devemos aproveitar o novo, extrair o precioso e fazer parte dessa era tecnológica, formalizando o sentido e valioso quebra cabeça que é a vida, bem como construir história.
Fátima Melo e Rosilda Maria Silva
“Aproveitar o tempo!
Tirar da alma os bocados preciosos – nem mais nem menos –
Para com eles juntar os cubos ajustados
Que fazem gravuras certas na história
(E estão certas também do lado de baixo que se não vê)...”
Tirar da alma os bocados preciosos – nem mais nem menos –
Para com eles juntar os cubos ajustados
Que fazem gravuras certas na história
(E estão certas também do lado de baixo que se não vê)...”
Fernando Pessoa
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